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Um terapeuta que administra judiciosamente a culpa...

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24horas, 13.07.2008

Ele sabe que ela não terá culpa...
E, desde já, absolve-a...
Bonito!...


Comments

Outro caso de fácil resolução, e não é preciso consultar (logo, gastar dinheiro) com o tal Dr. Quintino: Isto vai terminar num "ménage" a três, está bom de ver...

Ó Quintino, você não está informando direito. Desde logo é preciso saber quem são os pais do marido da amiga. Isso é muito importante e se pode obter na Conservatória através do Simplex. Imagine que o pai da Ana era filho da avó do marido da amiga e a amiga era tia do filho do irmão da Ana. Podia acontecer o nó górdio neste relacionamento e o marido da Ana inibir-se de mergulhar de cima do armário (para quem se põe a jeito) por força da implosão do seu espermatozoidal. Por conseguinte, esse amor não seria correspondido nem por correspondência.

Passeia-se por aqui um camaleonídio, que vai mudando de cor, digo, de pseudónimo, a ensaiar trocadilhos e a pôr-se a jeito, olhando paranoicamente para os armários, na esperança de que alguém lhe caia em cima. O Dr. Quintino já tem solução terapêutica para essa perturbação obsessiva compulsiva.

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